quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Flashback: Televisão - Lucro - Capitalismo - Brasileiro não tem chance!

Sempre que sobra um tempo livre eu assisto um pouco de televisão. Lá em casa temos TV a cabo e eu quase nunca consigo assistir, porém meus pais viajaram e eu fiquei uns dias curtindo a televisão. Lá temos TV a cabo porque mau pai que paga, pois se fosse por mim não teríamos nem televisão na casa. Eu costumo assistir tudo no computador, eu mesmo faço a minha programação, a única coisa que eu aceito pagar é a internet e o computador, de resto eu teria uma casa sem aparelho de TV.
Um dos canais que eu mais gosto é o History, passa muita coisa boa por lá, em sua maioria são produções americanas dubladas para o BR. Cresci assistindo televisão, os anos 80 foram muito bons, nunca tive muitos amigos então a minha companheira diária era a TV, foi um bom tempo.
Assisto atualmente alguns programas bem interessantes:


Trato Feito: É sobre uma loja de penhor que compra e vende artigos históricos, cada programa é uma arte da barganha é uma aula sobre negociação, muito produtivo para quem é pobretão aprender aquilo que nossos pais não ensinam sobre a arte de negociar. Tem uma frase na abertura do programa que já dá a ideia do que estou dizendo: “Aqui a família vem antes do dinheiro, mas depende para quem você perguntar”.

Olha que bela imagem! Essa é a ideia!

O Sócio: Esse programa é o melhor de todos! Tem um cara bilionário que procura empresas para investir, ele escolhe empresas em decadência e se torna sócio das mesmas injetando seu próprio dinheiro no negócio. Ele recupera a maioria delas e ganha muito dinheiro. O melhor de tudo é que ele dá muitas dicas de empreendedorismo, finanças e propaganda no programa, o cara é gênio em administração. Quando esse programa começa eu sento na frente da TV e assisto com se fosse uma aula, pois para um pobre realmente é. 


Caçadores de Relíquias: São dois caras que percorrem os Estados Unidos a procura de itens de valor para revender e lucrar com isso. Eles tem uma funcionária na loja que faz as vendas e guia eles pelos melhores locais para “garimpar” suas relíquias. O programa é demais, eles chegam nas casas se apresentam como compradores e começam a fuçar em tudo, vão negociando com os proprietários e compram bastante coisas históricas e valiosas por preços relativamente baixo. A cada item comprado aparece na tela o valor pago, o valor que será vendido e a margem de lucro que ele gera. Nesse programa você aprende a negociar e ter um olho mais clínico sobre as coisas abandonadas em casa, começa a ver valor onde via sucata.


Mestres da Restauração: É de um proprietário de uma oficina de restauração de objetos antigos. É aquele tipo programa que mostra o quanto você pode ganhar arrumando coisas antigas, que as vezes são de melhor qualidade que as atuais. O cara ganha dinheiro na maioria das vezes de colecionadores, é um programa interessante pois dá pra aprender algumas coisas sobre mecânica e pintura. Eu assisto pra aprender a consertar as coisas sozinho.

Depois de toda essa propaganda do History (não estou ganhando nada com isso), quero mostrar algo não muito percebido por nós pobretas. Todos esses programas são da América do Norte, e todos tem algo em comum que reflete o sucesso desse povo perante as outras nações e esse detalhe se chama: LUCRO. É incrível ver programas que falam abertamente sobre o lucro, sem ele ser feio, sem ele ser incorreto como aqui no br hue. O que eles ensinam é que você tem que se virar e ganhar dinheiro, que o lucro é bom e que o seu país só vai ser forte se você for rico! Lá lucrar é bom, lá lucrar é bonito e saudável, bem diferente da nossa mentalidade esquerdo-enganadora que projeta o povo para a inveja e o ódio, é no indivíduo que você vê o sucesso do americano, é no indivíduo que você vê o fracasso do brasileiro.

Depois de ver esses programas eu até tentei assistir a programação brasileira da TV, mas não foi uma coisa saudável. 

Não se é verdade, mas eu não duvido de nada no BR.

Vejamos o programa “Esquenta”, ali está lançado tudo de ruim que o br hue possuí, nada produtivo e nada se aprende de bom, até traficante já foi da equipe do programa.
Caldeirão do Hulk: Programa ruim pra caramba, ele usa aquela fórmula apelativa de dar as coisas aos pobres, coisa de TV antiga, é tipo um Chacrinha com mais apelo sexual das atendentes de palco.

O conceito de riqueza do BR é totalmente distorcido, só pelo nome desta novela você vê a merda que é a mente do brasileiro em relação ao dinheiro. Moral dessa novela: É melhor ser pobre, dinheiro trás muitos problemas! 

Novelas: É só golpe do baú, traição, rico é ladrão ou corrupto, putaria e nada de produtivo, histórias ridículas e sem fundamento algum.
Para o brasileiro o único rico “bom” é o jogador de futebol, o resto é ladrão. 
Pra ficar rico é só com a loteria estatal. 


E o segredo para ter dinheiro para um BR Hue é guardar bastante dinheiro na poupança.
O sonho do Br é se aposentar e viver só de boa coma aposentadoria do INSS. (coitados).
A televisão reflete o povo que a assiste, nos EUA é bonito ser rico, no BR é bonito ser pobre.
Não adianta, o Brasil nunca vai ser um país rico, basta conversar com qualquer um na rua, o nosso problema é mental, temos um enorme abismo que nos separa do sucesso.
O brasileiro acredita que o político vai melhorar sua vida, mas a única coisa que pode melhorar alguma coisa na sua existência é o LUCRO!



D-us tá vendo você fazer esses gastos desnecessários!

9 comentários:

  1. Caro Capitalista,

    Realmente, a mentalidade estatista-esquerdista-pobretista do bostileiro macacóide tupiniquim é horrível. Como já disse em outra ocasião, até mesmo comerciantes sentem vergonha do lucro aqui nessa latrina fétida. O bostileiro tem ódio do lucro. O bostileiro só vê o dinheiro como algo bom, quando vem do jogador de futebol, da vagabunda que posa pelada para Playboy, ou do político maldito que arranja uma boquinha de assessor para o bostileiro mamar dos nossos impostos.

    Malditos bostileiros. E nessa merda de carnaval, nós vemos a imagem do macaco latino americano: o país em crise, hiperinflação, desemprego, dólar a mais de 4 merrecas, mas os macacos estão lá gastando dinheiro em trios elétricos e tranqueiras. Eles não são previdentes. Não pensam no dia de amanhã. Mas, numa merda de país em que se acha que 220 milhões de pessoas serão sustentadas por commodities, não é de se abismar...

    Nós estamos fodidos e mal pagos.

    O que tinha que ter aqui nessa merda era uma guerra de secessão como a que aconteceu nos EUA, assim esses FROUXOS desses bostileiros amacacados e apatetados poderiam ter alguma chance. O Bostil deveria ser dividido em uns 3 ou 4 países, assim todos ficariam felizes.

    Eu acho sinceramente que nós vamos ficar em crise até 2019, no mínimo. E com essa porra de Zika virus e Microcefalia, o bostileiro, que já é um povo horrível, vai ficar pior ainda. Já temos aparência de capeta, com essa porra dessa doença, vamos todos ficar com aparência de ETs!!!

    Desculpe a bronca, é que tá um calor maldito aqui e essa merda de país me tira do sério.

    God bless America!

    Forte abraço!

    Fernão Capelo Gaivota.

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    1. Bem isso Fernão!

      Pior de tudo é que tive uma reunião hoje sobre o tal do Zica vírus e seus afins, essa doença vai virar uma epidemia mundial, esses casos de zica no resto do mundo são consequência dos turistas que vieram para a copa do mundo no Bostil, imagina a merda que vai ser depois das olimpíadas, estamos contaminando todo o mundo com a nossa sujeira e doenças.
      Me disseram que na minha cidade caso apareçam mais casos de dengue não teremos mais leito para ninguém e que os médicos vão ter que escolher quem morre e quem vive, é trágico ser BR.

      O governo até está tentando fazer alguma coisa, mas a população é muito fraca e vagabunda, que não querem nem limpar seus pátios e calhas.

      Enfim, vamos ganhar dinheiro para comprar as vagas nos hospitais caso precisemos.

      Abraço!

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    2. O problema não é que o pobre não quer limpar seu terreno. Na realidade ele não quer jogar lixo fora. Pobre não joga nada fora. Fica entulhando o terreno de coisas desnecessárias e inúteis porque um dia (quem sabe) poderá ter utilidade.
      Nisso, o Aedes faz a festa.

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    3. Realmente isso é uma verdade. O pobre acumula lixo e joga dinheiro fora com vícios, no Br os valores são sempre invertidos.

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  2. Capitalista pobre, com primazia você soube tratar deste assunto, considerando que o Brasil sempre será um lixo, graças a mentalidade do povão, você trouxe a nós nesta página, um abismo que é um tapa na cara de qualquer um, observe a qualidade dos programas dos EUA, e olha o LIXO dos programas Brasileiras, regina casé, que apoia a FAVELA e mora no Leblon, e este lixo de novela, pecada capital, hahaahahahhahaha, perfeito, você soube expor sua ideia de forma primorosa.

    Ótima postagem, não há mais nada o que comentar.

    Abraços.

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    1. Obrigado BC!

      É triste mas é real, o brasileiro não está no buraco, ele é o próprio buraco.
      Só podemos contar com nós mesmos, pois do coletivo não vem nada, é a nossa luta como indivíduo contra o estado.

      Abraço.

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  3. bem, eu realmente gosto desses programas, mas assisti tanto que se tornou meio repetitivo, fiquei de saco cheio de tanta reprise. Tanto é que o único que ainda assisto é o sócio. O mais interessante do trato feito é a riqueza da história americana e tantos especialistas em coisas que você sequer sabia que existiam. quem diria que uma assinatura pode valer 10 mil dólares? hehe

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    1. Realmente EGG, os programas repetem demais.
      Um dos motivos de eu colecionar moedas é por causa do Trato Feito.

      Já a história brasileira é vergonhosa perto da americana, nosso heróis são tratados como bandidos e os bandidos são os "heróis" como sempre os valores no BR são invertidos.

      Abraço!

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  4. Realmente, esses programas que passam na TV aberta são lamentáveis. Um dia desses assisti um programa chamado Os aspones. É bem bobo, mas na minha concepção fez uma crítica real aos funcionários públicos que não fazem nada, apenas vão bater o ponto. Eles estão procurando o que é melhor para eles, porém infelizmente somos nós quem pagamos por essa festa do funcionalismo público.

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